![]() |
Oficina de Dança Afro |
A oficina de Dança Afro, que está acontecendo no 30º FESTIVALE desde segunda-feira (21/01), tem como proposta trazer um diferencial para os dançarinos, fazendo uso do conhecimento dos próprios oficinantes e da inovação tecnológica, como por exemplo, mixagens de músicas e ensinar aos alunos como se monta uma coreografia. “A dança afro está presente em todos os passos de dança que a gente faz: dentro do forró, do axé, do arrocha. É uma dança que incorpora tudo”, afirma a oficineira, Valéria Souza Franco, da cidade de Itaobim.
A proposta de trabalho final da oficina é fazer uma montagem coreográfica utilizando tambores e a música eletrônica, além de mostrar a expressão corporal.
Para Valéria, a importância da oficina para a cultura do Vale está em “mostrar esse avanço. Nessa evolução a gente não pode deixar morrer as nossas raízes, mas a gente tem que andar junto com a tecnologia”, afirma.
Vitória Teles de 14 anos, da cidade de Pontos do Volantes, participa do FESTIVALE e está fazendo oficina de Técnica Vocal. Segundo ela, a oficina está sendo de grande utilidade, “o meu grupo teatral, Expressão Volante, está com uma peça em cartaz que é um musical e, através das técnicas aprendidas, é possível usar o ar corretamente. A voz sai melhor e não maltrata as cordas vocais”.
Edinete Xavier, 36 anos, da cidade de Santa Cruz de Salinas, está fazendo a oficina de artesanato em cerâmica. Segundo ela a oficina está muito interessante.” Estamos aprendendo todo o processo: desde preparação da argila até a escolha da peça que, no meu caso, foi o boneco do retirante”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário